O Supremo Tribunal Federal julga, nesta quarta-feira, a ação direta de inconstitucionalidade que pede que se estabeleçam limites nas competências do Conselho Nacional de Justiça.

Na sessão, que marcará a abertura dos trabalhos do Judiciário este ano, os integrantes do tribunal definirão se confirmam ou não liminar concedida em dezembro pelo ministro Marco Aurélio Mello.

Em meio às discussões sobre o tema, várias correntes se posicionam, deixando à mostra artimanhas obscuras que insuflam ataques duvidosos ao Judiciário e à casa maior da justiça brasileira.

E esses ataques se tornam ainda mais graves quando partem de integrantes da própria Justiça.

Qualquer tentativa de insuflar o povo contra sentenças, se parte da imprensa, não é bom; se parte de leigos - como sindicatos ou instituições sociais -, também não é bom; mas não pode, de forma alguma, partir do próprio judiciário.

Não é apenas traição à Justiça. É traição à nação.
Fonte: Jornal do Brasil