O desembargador aposentado do TJMG Llewellyn Medina está lançando novo livro de poemas intitulado 'Ocaso'.

O livro pode ser adquirido pelo site da Editora Pirilampo: https://www.editorapirilampo.com.br/produtos/ocaso-llewellyn-medina-tns4c/ 

Colaborador frequente da revista MagisCultura, o magistrado é autor também de outros livros como 'Inventário', 'A vida é cheia de incongruências', 'Da amendoeira de minha rua', 'Fogo Fátuo + Noturnos da Lagoa', 'PAUVELHO' e 'Além dos rios da Etiópia'.  

Veja mais informações abaixo:




Sobre o livro:

Em seu novo trabalho, “Ocaso”, o poeta Llewellyn Medina completa, até aqui, uma série de publicações que permite a criação de verdadeira antologia de belos e densos poemas, síntese de sentimentos  alimentados pela observação sensível do mundo, transformando a realidade em arte, sopro de vida, fugindo do já dito, do esperado lugar-comum, da banalidade lírica. 

A obra revela o amadurecimento do poeta e quali ca, ainda mais, seu acervo poético. Medina, um intelectual que navega pelos mares das artes em geral, é membro da Academia de Letras de Teó lo Otoni e colaborador de Magiscultura, a Revista de Arte e Cultura dos Magistrados Mineiros,onde publica sólidos poemas há mais de uma década.

Em “Ocaso”, o autor dialoga  com o tempo que  dissipa na lembrança fugidia, fala da infância, de amores, uma mistura de sentimentos temperados também pelo amor à terra natal nele entranhada, e pelas belezas que emergem  do Rio de Janeiro, cidade onde vive, das  musas do Leblon e Arpoador, não deixando  de lado, isso nunca, as questões existenciais, e até mesmo, espero que não, da entrega dos pontos pelo poeta (“A derrota do poeta”). 

A obra ilustra a transformação do homem  no tempo, em pura expressão subjetiva de múltiplos sentimentos. 

Juiz Renato César Jardim
Presidente do Conselho Editorial da Revista MagisCultura

 

“Ocaso” não organiza seus poemas por temas, mas por aproximação. A infância retorna, o mundo se apresenta, o amor se insinua, e as andorinhas chegam e partem. Esses elementos se revelam nas bordas, nas entrelinhas, nos pequenos sinais.

Do mesmo modo, a linguagem autoral ora se faz concisa, ora se alonga, quase que em prosa, ora se apresenta como verdadeira expurgação. A leitura de “Ocaso” conduz a momentos que nos transportam a cenas urbanas e campestres; céu e mar; claridade e escuridão; mistérios e resoluções; Minas Gerais e Rio de Janeiro; espontaneidade e introspecção.

Ali, no “Ocaso”, a luz da vida não se encerra. Ela se inclina e, nessa inclinação, torna visível o caminho em curso e também aquele outro, de quem muito já caminhou.

Juíza Aldina Soares
Diretora de Comunicação da Amagis e Integrante do Conselho Editorial da Revista MagisCultura