Os juízes e as juízas auxiliares da Corregedoria-Geral de Justiça de Minas Gerais (CGJ-MG), assim como a coordenadora dos Juizados Especiais do Estado, entraram em exercício nesta quinta-feira (2 de julho) para o biênio 2026/2028. A solenidade foi realizada na sede da Corregedoria-Geral de Justiça, em Belo Horizonte, e marcou o início da nova composição responsável por auxiliar os trabalhos correcionais do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG). A presidente da Amagis, juíza Rosimere das Graças do Couto, participou da cerimônia, que reuniu integrantes da Administração do TJMG, magistrados e outras autoridades do Judiciário mineiro.

Foram designados para atuar como juízes auxiliares da Corregedoria-Geral de Justiça os magistrados Andréa Cristina de Miranda Costa (recondução), André Ladeira da Rocha Leão, Armando Ghedini Neto, Cláudia Luciene Silva Oliveira (recondução), João Luiz Nascimento de Oliveira (recondução), Luiz Felipe Sampaio Aranha, Marcela Oliveira Decat de Moura (recondução), Marcelo Augusto Lucas Pereira, Simone Saraiva de Abreu Abras (recondução) e Thiago Grazziane Gandra. A juíza Raquel Discacciati Bello foi reconduzida à função de coordenadora dos Juizados Especiais de Minas Gerais.

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A designação dos magistrados foi oficializada por meio de portaria assinada pelo presidente do TJMG, desembargador Vicente de Oliveira Silva, publicada no Diário do Judiciário eletrônico (DJe) desta quinta-feira. O ato também delega aos juízes auxiliares atribuições vinculadas às superintendências-adjuntas, às regiões de atuação e às funções de diretor do foro da Comarca de Belo Horizonte.

Durante a solenidade, os magistrados assinaram o termo de entrada em exercício ao lado do corregedor-geral de Justiça, desembargador Raimundo Messias Júnior, e do vice-corregedor-geral de Justiça, desembargador Leopoldo Mameluque.

 

Diálogo e humanização

Em seu pronunciamento, o corregedor-geral de Justiça, desembargador Raimundo Messias Júnior, destacou que a atividade correcional exige equilíbrio, sensibilidade e espírito de colaboração. Segundo ele, a atuação dos juízes auxiliares deve ser orientada pela empatia e pela fraternidade, sem abrir mão da firmeza na condução das atribuições correcionais. "O bom juiz corregedor deve possuir algumas habilidades especiais, dentre as quais se destaca a empatia e a bondade. Porque sempre é preciso se colocar no lugar do outro", afirmou.

O corregedor ressaltou ainda que o combate a todas as formas de assédio será uma das prioridades da gestão, assim como o enfrentamento à violência contra as mulheres e a observância do protocolo para julgamento com perspectiva de gênero. Também reafirmou o compromisso da Corregedoria com o fortalecimento do diálogo, a humanização das relações de trabalho, a melhoria da prestação jurisdicional e a ampliação de ações voltadas à cidadania.

União

O presidente do TJMG, desembargador Vicente Oliveira, destacou a importância da continuidade do serviço público e da atuação integrada entre todos os que compõem o Poder Judiciário mineiro. "Quando estamos unidos, nós somos muito mais fortes. A união não é só de magistrados e magistradas, a união é de todos", afirmou. O magistrado também colocou a administração do Tribunal à disposição da Corregedoria e dos juízes auxiliares para o desenvolvimento de ações voltadas ao aprimoramento da prestação jurisdicional em todo o Estado. 

“Tenho a convicção de que os magistrados e as magistradas que assumem essa missão, assim como aqueles que foram reconduzidos, contribuirão com uma atuação pautada pelo diálogo, pela sensibilidade e pelo compromisso com a excelência dos serviços prestados à sociedade”, afirmou.

Entre as autoridades presentes estavam o 1º vice-presidente do TJMG, desembargador Márcio Idalmo dos Santos Miranda; o 2º vice-presidente, desembargador Manoel dos Reis Morais; e os ex-corregedores desembargadores Roney Oliveira, Agostinho Gomes de Azevedo, Antônio Sérvulo dos Santos, André Leite Praça e Estevão Lucchesi de Carvalho.