Em sua manifestação, a ministra – que já exerceu o cargo durante a gestão da ministra Eliana Calmon – explica que acredita ser necessária a oxigenação das estruturas administrativas do Tribunal, para propiciar a democratização das gestões. Segundo a ministra, isso evita que se perenizem gestores e também possíveis ranços gerenciais, que, em sua opinião, maltratariam o Judiciário.
A ministra Nancy apontou ainda que o acúmulo de cargos administrativos em gestões sucessivas por um mesmo ministro prejudica a principal atividade dos magistrados, que é a prestação jurisdicional. Segundo a ministra, isso aumentaria a morosidade da Justiça e poderia ser amenizado com maior rotatividade entre os ministros gestores.
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Fonte: STJ