O Judiciário mineiro foi premiado nacionalmente por um projeto que muda sua atuação judicial perante os indígenas. Como funciona? Como garantir cidadania e acesso a direitos básicos aos povos originários?

Esses são os principais temas do Pensamento Jurídico, que para falar sobre o assunto, recebeu o juiz Matheus Moura Matias Miranda, da 1ª Vara Cível, Criminal e de Execuções Penais da Comarca de Caeté, na Grande Belo Horizonte, e que atua também no Cejusc Povos e Comunidades Tradicionais da 3ª Vice-Presidência do TJMG, e o líder indígena, Douglas Krenak, que também integra a Associação Indígena Itotó e atua como consultor do Instituto Shirley Krenak. Foi ainda coordenador regional da Funai.