O Tribunal de Justiça de Minas Gerais conquistou o 2º lugar em prêmio nacional de inovação tecnológica ao introduzir a Inteligência Artificial no arquivamento de processos judiciais e administrativos. O desafio foi classificar os que poderiam ser eliminados daqueles que devem ter guarda permanente. Vamos conhecer esse projeto pioneiro e ver como foi feita a distinção?

Esse é o principal tema do Pensamento Jurídico que recebeu o superintendente da Escola Judicial Desembargador Edésio Fernandes (Ejef), e 2º vice-presidente do TJMG, desembargador Saulo Versiani, e a juíza da 2ª Vara Cível da Comarca de Cataguases, Luciana de Oliveira Torres, uma das responsáveis pelo desenvolvimento do projeto inovador.