A Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), com apoio da Amagis, por meio da Coordenadoria de Promoção da Igualdade Racial, organiza a VI edição da Caminhada Negra, que ocorrerá em pelo menos 17 cidades brasileiras, incluindo Belo Horizonte, em celebração ao Dia Nacional de Zumbi e da Consciência Negra, comemorado em 20 de novembro. Em Belo Horizonte, a Caminhada Negraserá realizada no dia 28 de novembro, às 9h. Informações sobre o percurso na capital mineira serão divulgadas nos próximos dias. A caminhada é destinada a associados(as). As vagas são limitadas.

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Consolidada no calendário institucional da entidade, a Caminhada Negra promove percursos por espaços históricos e culturais ligados à memória afro-brasileira, proporcionando aos participantes a oportunidade de conhecer trajetórias, reconhecer contribuições e refletir sobre a importância da população negra na construção da sociedade brasileira.

Para a presidente da AMB, Vanessa Mateus, a Caminhada Negra representa uma oportunidade de ampliar a reflexão sobre a igualdade racial e reafirmar o compromisso da magistratura com a promoção dos direitos fundamentais. “Reconhecer a contribuição da população negra para a formação do nosso país é também reconhecer a importância de preservar sua história, valorizar sua cultura e enfrentar as desigualdades que ainda persistem. A magistratura tem um papel fundamental nesse processo, não apenas na garantia dos direitos, mas também na construção de uma sociedade mais justa, plural e livre de discriminação. A Caminhada Negra é um convite à reflexão e ao compromisso coletivo com a igualdade racial”, destacou Vanessa Mateus.

De acordo com a diretora-geral da Diretoria de Igualdade Racial da AMB, Mariana Marinho Machado, a proposta deste ano é ampliar a mobilização nacional, com o protagonismo das associações de magistrados nos diferentes estados. “Mais que uma caminhada, queremos proporcionar uma experiência de conhecimento e reflexão sobre a contribuição da população negra para a formação da nossa sociedade, resgatando histórias e trajetórias que, muitas vezes, foram invisibilizadas”, afirmou.